MInh'alma por muitas vezes esteve em frente a um abismo do qual eu nunca tive medo de me jogar. Mas mesmo assim não me lancei a essa sorte, resolvi lutar contra mim mesma e meus próprios medos. Sei que
cada medo, cada treva em minha vida me trouxe algo novo e geralmente bom... E esse soneto é uma dessas coisas boas, apesar de tudo.
Com o tempo passando
A gente percebe que nada muda
A viagem de volta não chega
A Ilusão permanece
Falando comigo mesma
Noto que há um eco distante
Que insiste a me julgar sempre mais
e se chama Consciência
Pego minhas coisas e
sem saber realmente o que vou fazer
Saio em busca de algo que me satisfaça
Cheiro de fumaça e o gosto amargo
me mostram coisas simples, óbvias
mergulhadas em minh'alma, esquecidas em meu ser..."
Parnasianismo MOderno?? :P
Assinar:
Postar comentários (Atom)
1 comentários:
Lindoo isso honey!
Postar um comentário